Fraternidade São Francisco de Assis

Fraternidade de São Francisco de Assis

Rua Costa Ferraz, 38, Rio Comprido, RJ
Tel: 2273-9761 / 2273-8387
e-mail: ofs.riocomprido@hotmail.com

Erigida Canonicamente em 1º de julho de 1967



Nossos encontros fraternos acontecem nos 2º e 4º domingos do mês, de 08:30 às 12:00 horas. Nos reunimos em nossa Sede após a Missa das 08:30 nos 2º domingos e nos 4º domingos nos reunimos em nossa Sede às 08:30 e às 11 horas temos a Santa Missa.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Evangelho do dia - 30.09.2011





São Jerônimo
Lc 10, 13-16
Os anunciadores do Reino

13 Ai de você, Corazin! Ai de você, Betsaida! Porque se em Tiro e Sidônia tivessem sido realizados os milagres que foram feitos no meio de vocês, há muito tempo teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e sentando-se sobre cinzas. 14 Pois bem: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia terão uma sentença menos dura que vocês. 15 Ai de você, Cafarnaum! Será erguida até o céu? Será jogada no inferno, isso sim! 16 Quem escuta vocês, escuta a mim, e quem rejeita vocês, rejeita a mim; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.»

* 10,1-16: Os discípulos são organizados por Jesus para anunciarem a Boa Notícia no caminho e começarem a realizar os atos que concretizam o Reino. Aqueles que não quiserem aderir à Boa Notícia ficarão fora da nova história.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Evangelho do dia - 28.09.2011





Lc 9,57-62
Os primeiros passos do discípulo

-* 57 Enquanto iam andando, alguém no caminho disse a Jesus: «Eu te seguirei para onde quer que fores.» 58 Mas Jesus lhe respondeu: «As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça.» 59 Jesus disse a outro: «Siga-me.» Esse respondeu: «Deixa primeiro que eu vá sepultar meu pai.» 60 Jesus respondeu: «Deixe que os mortos sepultem seus próprios mortos; mas você, vá anunciar o Reino de Deus.» 61 Outro ainda lhe disse: «Eu te seguirei, Senhor, mas deixa primeiro que eu vá me despedir do pessoal de minha casa.» 62 Mas Jesus lhe respondeu: «Quem põe a mão no arado e olha para trás, não serve para o Reino de Deus.»

* 57-62: Os primeiros passos para os que seguem Jesus em seu caminho são: disponibilidade contínua, capacidade de renunciar a seguranças e, iniciado o caminho, não voltar para trás, por motivo nenhum.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

EVANGELIZADOS PARA EVANGELIZAR - Em torno do Capitulo Geral da Ordem Franciscana Secular - São Paulo, 22-29 de outubro de 2011


EVANGELIZADOS PARA EVANGELIZAR
Em torno do Capitulo Geral da
Ordem Franciscana Secular
São Paulo, 22-29 de outubro de 2011

1. Os franciscanos seculares do mundo estarão reunidos em Capítulo na cidade de São Paulo na segunda quinzena do mês de outubro deste ano de 2011. Os irmãos e as irmãs haverão de tratar das coisas que lhes concernem no espírito daquelas reuniões que Francisco realizava com os seus irmãos.   Falando desses encontros assim se exprime  Éloi  Leclerc:  “Uma ou duas vezes ao ano, todos os frades se reúnem em capítulo. Esses encontros desempenham papel importantíssimo na vida da fraternidade.  Os capítulos não são somente um tempo forte durante o qual os irmãos,  na alegria do reencontro, se reabastecem na oração e no louvor, mas também ocasião de tomada de consciência comum: todos e cada um se sentem solidários e responsáveis pela vida do grupo e sua missão no mundo (...) Nessas assembleias democráticas, onde reina a grande liberdade dos filhos de Deus, os irmãos discutem seus problemas, comunicam suas experiências e  escolhem seus responsáveis. Elaboram, redigem e promulgam leis, definem orientações do grupo e tomam as grandes decisões que nortearão o futuro da comunidade”  (Francisco de Assis. O Retorno ao Evangelho, Vozes, p. 60-61).
2Ao longo do tempo que foi se passando desde a aprovação da Regra da OFS (1978),  as feições dos franciscanos seculares  foram se transformando. Foram ganhando um novo perfil com a atualização do carisma presente nas Regras anteriores e codificado de maneira nova e atualizada na Regra conhecida como de Paulo VI. Ora, os Capítulos são ocasião de examinar como anda a compreensão, assimilação e vivência deste tesouro de que dispõem os franciscanos seculares que é a Regra. Não é aqui o lugar de elencar todas as linhas mestras da Regra. Os responsáveis pela animação internacional da Ordem  resolveram que fosse tema do Capítulo de São Paulo a questão da evangelização. O tema foi formulado num duplo movimento: os franciscanos seculares se evangelizam para evangelizar.
3À guisa de  ilustração do tema  transcrevo apenas dois tópicos da  Regra. O primeiro vai na linha do se deixar evangelizar: “Como irmãos e irmãs da penitência, em virtude da sua vocação,  impulsionados pela dinâmica do Evangelho, conformem seu modo de pensar e de agir ao de Cristo, mediante uma radical transformação interior que o próprio  Evangelho designa pelo nome de conversão, a qual devido à fragilidade  humana  deve ser realizada todos os dias” (n.7).  O segundo é convite à ação: “Estejam presentes pelo testemunho da própria vida humana, e ainda por iniciativas corajosas, individuais e comunitárias, na promoção da justiça, em particular no âmbito da vida pública, comprometendo-se em opções concretas e coerentes com sua fé (n.15).
4. Nunca cessamos de nos converter. Francisco falava de começar tudo de novo. Nossas fraternidades estão sempre recomeçando. Tudo está por ser feito. Os que são encarregados de visitar os irmãos em suas fraternidades concretas constatamos neles a presença de santos esperando o momento da chegada da glória. De outro lado, também, vemos muita carência da força do Evangelho no trato entre os irmãos, nas reuniões, no coração dos irmãos. Os franciscanos seculares, através da formação, da vivência da Regra,  no cultivo da delicadeza do coração estão sempre sendo evangelizados. Nossos irmãos são seguidores do Cristo vivo. Esse processo de conversão se manifesta de vários modos. Transcrevo algumas linhas do Manuale per l’Assistenza all’OFS e alla GiFra:  “Os franciscanos seculares seguem o Jesus dos Evangelhos que foi o centro da vida de Francisco.  Na medida em que soubermos  partilhar o primitivo carisma  franciscano poderemos nos colocar a serviço  do mundo inteiro como exemplos de verdadeira alegria. Os franciscanos seculares, na qualidade de batizados, darão o exemplo de uma vida cristã vivida com simplicidade  no seio da Igreja. Tal se manifesta vivendo os valores de obediência ao Espírito Santo, confiança na Providência, uso reconhecido e simples dos dons do universo, alegria pelas obras de Deus que nos circundam, alegria se sermos cristãos na Igreja, gratidão pelo trabalho concebido como um dom, presteza em ajudar os outros  ( p. 94-95).
5. Os franciscanos seculares “se evangelizam” quando frequentam os Evangelhos com simplicidade e desejo de ler a vontade de Deus, quando sua oração é feita com desejo ardente e seráfico, quando se entregam a Deus na eucaristia, se possível cotidiana, quando  cultivam uma delicadeza de consciência diante das exigências do Evangelho e daquilo que lhes é pedido para serem santos, quando criam laços de fraternidade. Não se pode admitir um franciscano secular rotineiro, repetidor de mesmices, feito de pressa, sem sonhos de um amanhã, sem acreditar na utopia do Evangelho. Os ministros locais, formadores e assistentes espirituais são responsáveis em fazer de sorte que os seculares sejam evangelizados. Os verdadeiros franciscanos são “pessoas que sentem sempre saudade do Evangelho”.
6. “Evangelizadora como é, a Igreja começa por se evangelizar a si mesma. Comunidade de crentes, comunidade de esperança vivida e comunicada, comunidade de amor fraterno, ela tem necessidade de ouvir sem cessar aquilo que ela deve acreditar, as razões de sua esperança e o mandamento novo do amor” ( Evangelii nuntiandi, 15).  Em nossos dias e na concretude podemos lembrar alguns elementos que ajudam  na tarefa do evangelizar-se: prática em fraternidade ou em outras instâncias da leitura orante da Bíblia, participação nas Oficinas de Oração  (Frei Inácio Larañaga),  participação em dias ou tardes de oração e de aprofundamento da intimidade com o Senhor,  leitura e assimilação dos escritos de Francisco e Clara, não deixar de enxugar  o suor da fronte de Cristo nos passantes ao longo do caminho de nossa vida. Valem para os terceiros franciscanos as palavras que o Ministro Geral da OFM dirigiu aos seus frades em documento  falando dos oitocentos anos do carisma: “À distância dos 800 aos da experiência de Francisco, (...)  somos chamados a descobrir  o Evangelho como livro de vida – sem reduzi-lo a uma ideologia, mais uma entre muitas  -  e assumi-lo como livro de leitura frequente,  texto fundamental de  nossa formação, que  ilumine nossas opões de vida e  possa justificá-las.  Queridos irmãos, voltemos ao Evangelho, porque voltar para o Evangelho é voltar para o Cristo, o único que pode justificar nossa vida. Voltemos ao Evangelho e seremos resgatados de nossas  misérias e nossas escravidões, de nossos medos e de nossas tristezas, e resgataremos os homens nossos irmãos de suas misérias e escravidões, de seus medos e tristezas.  Voltemos ao Evangelho e  respiraremos ar puro: nossas propostas serão novas; a coragem, a inteligência, a generosidade, a fidelidade de muitos irmãos nossos, gastos sem reservas e sem restituição, darão fruto e fruto abundante (Capítulo Extraordinário,  Monte Alverne  2006).
7. Todas essas nossas fraternidades, pequenas ou grandes, de gente nova e gente mais idosa, no Brasil, no México, em Angola ou na Itália, feitas de gente em estado de conversão, de pessoas que também mostram a Deus suas mãos vazias, mas gente que sabe que a força se manifesta na fraqueza, todos haverão de se convencer que serão evangelizadores. Os que vão sendo evangelizados se tornam evangelizadores. O campo é vasto, cheio de percalços, mas é a seara do Senhor. Ele já está em ação, nos precede no trabalho. Não somos nós que vamos começar. Quanto a fazer e quão poucos os operários!  Os franciscanos seculares não se omitirão.
8. Há perguntas que queimam no interior daqueles que buscam veladamente a plenitude. Quanto ao sentido da vida, do mundo, do casamento?  Por que a guerra quando somos feitos para a paz? Por que tantos morrem de fome na Somália? Como criar condições de instauração de uma convivência harmônica entre os povos?  Como superar os convites da cultura moderna que quer viver aqui e agora, sociedade do consumo, sociedade sem futuro.  Ora, no seio do mundo, a Igreja pede a colaboração evangelizadora dos franciscanos seculares.
  •  Desnecessário lembrar que os franciscanos seculares  pregam, antes de mais nada, pelo testemunho  discreto exemplo e pelo serviço humilde.
  • Um campo  privilegiado de evangelização, sem dúvida, é o universo da família. As famílias, as nossas famílias e a dos outros... famílias novas, não camisas de força, mas espaços de crescimento, de acolhida mútua, de auscultação dos desígnios de Deus. Famílias corajosas  diante dos desafios da fidelidade, da transparência, do respeito pela vida desde a sua origem e até o final, sem expedientes escusos. Famílias que não sejam marcadas pelo consumismo, pelo modismo e pela sociedade do gozo e do prazer. Evangelizamos nossos próprios familiares para sermos mais qualificados como agentes da pastoral e da evangelização, do casamento e da família.  Não é isso evangelizar?  Evangelização com a qualidade de agentes que tomam distância do consumismo.
  • Pensamos aqui em toda uma colaboração nitidamente  evangélica que os agentes de pastoral franciscanos podem oferecer. Não são eles apenas “palestrantes” de cursos de batismo ou animadores de assembleia sem padre, para dar apenas dois exemplos. Com seu jeito franciscano serão acolhedores, simples, alegres e procurarão viver uma pastoral por etapas, de gente que acompanha gente, de gente que fala aquilo que faz parte de sua profissão de vida, que é o seguimento do Evangelho. Não seremos meros “tocadores de obras”, mas animadores pelo fogo do Evangelho.  Até que ponto podemos dizer que ação pastoral e evangelizadora dos franciscanos seculares têm características próprias?
  • Místicos e seráficos, os franciscanos seculares  transpiram o desejo da união íntima com Deus.  Não nos cansamos de repetir: precisamos de seres de desejo e não simplesmente pessoas que  realizem serviços.  Um monge da comunidade de Bose, na Itália, falando do desejo assim se exprime: “A sociedade de consumo difundiu,  sobretudo entre os jovens,  a ideia de poderem se satisfazer em tudo e que a felicidade consiste no ser saciado, repleto, cumulado, vendo satisfeitas todas as necessidades. O Ocidente é cada vez mais uma sociedade de obesos, de gente locupletada. A sociedade consumística é uma prisão do desejo que se vê reduzida à necessidade que se satisfaz imediatamente. O desejo tem a ver com o sentido e propriamente é inextinguível.  O desejo é constitutivamente marcado  por uma falta, uma não-saciedade que se torna um principio dinâmico e de projeção para adiante. O verdadeiro desejo é aquele em que o objeto do desejo não sacia, mas vai se aprofundando. O desejo é insaciável  porque aspira aquilo que não pode possuir: o sentido.  É o sentido que seduz o desejo. A sociedade de consumo propaga  satisfação e assim elimina o horizonte da vida da pessoas” ( La Rivista del Clero Italiano  4/2011, p.261)
  • Em cada um dos continentes, onde está presente a Ordem Franciscana Secular, as necessidades evangelizadoras serão diferentes. Não existe uma regra universal. Temos que interpretar, à luz da fé, as situações concretas do povo ao qual servimos. A Igreja estará sempre atenta aos sinais dos tempos. Trata-se da situação atual da humanidade que precisa ser esclarecida com a luz do evangelho. Pensamos aqui nos grandes desafios mundiais e na situação concreta de tantos povos dizimados por ditadores cruéis e pelo fantasma da fome. Onde estão os franciscanos seculares?
9. Estas poucas reflexões  tiveram a finalidade de chamar a atenção para o tema do Capitulo Geral.  Certamente conferencistas, círculos de estudos, painéis haverão de esclarecer o assunto. Os franciscanos seculares estão num constante processo de conversão para poderem ser os mais aptos agentes de evangelização. À guisa de conclusão queremos transcrever algumas linhas do  Documento de Aparecida que lança uma certa luminosidade em todo o tema:  “Muitos católicos se encontram desorientados frente à mudança cultural. Compete à Igreja denunciar claramente estes modelos antropológicos incompatíveis com a natureza da dignidade do homem. É necessário apresentar a pessoa humana  como centro de toda a vida  social e cultural, resultando nela: a dignidade de ser imagem e semelhança de Deus e a vocação de ser filhos no Filho, chamados a compartilhar sua vida por toda a eternidade. A fé cristã nos mostra  Jesus Cristo, como a verdade última do ser humano, o modelo no qual o ser humano se realiza em todo o seu esplendor ontológico e existencial. Anunciá-lo integralmente em nossos dias exige coragem e espírito profético. Neutralizar a cultura de morte com a cultura cristã da solidariedade é imperativo que diz respeito a todos nós e que foi objetivo constante do ensino social da Igreja. No entanto,  o anúncio do Evangelho não pode prescindir da cultura atual. Esta deve ser conhecida, avaliada e, em certo sentido, assumida pela Igreja, com linguagem compreendida por nossos contemporâneos. Somente assim a fé cristã  poderá aparecer como realidade  pertinente e significativa  de salvação. Mas essa mesma fé deverá gerar modelos culturais alternativos para a sociedade atual. Os cristãos, com os talentos que receberam,  talentos apropriados, deverão ser criativos em seu campos de atuação: o mundo da cultura, da política, da opinião pública, da arte e da ciência” (n. 480).


(*) Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM
Assistente Nacional da OFS pela OFM e Assistente Regional do Sudeste III

Evangelho do dia - 27.09.2011





S. Vicente de PauloLc 9,51-56
Jesus vai para Jerusalém 

-* 51 Estava chegando o tempo de Jesus ser levado para o céu. Então ele tomou a firme decisão de partir para Jerusalém, 52 e enviou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho, e entraram num povoado de samaritanos, para conseguir alojamento para Jesus. 53 Mas, os samaritanos não o receberam, porque Jesus dava a impressão de quem se dirigia para Jerusalém. 54 Vendo isso, os discípulos Tiago e João disseram: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para acabar com eles?» 55 Jesus porém, voltou-se e os repreendeu. 56 E partiram para outro povoado.

* 51-56: Jesus inicia o seu caminho para Jerusalém (cf. Introdução). Nessa viagem, Lucas mostra a pedagogia de Jesus, que vai indicando o caminho para aqueles que querem unir-se a ele. Tal processo por ele iniciado vai provocar sérios conflitos com aqueles que não querem mudar o rumo da história. Por enquanto, nem os samaritanos entendem que Jesus vai a Jerusalém para salvá-los. E os discípulos não imaginam que a Samaria será um dos primeiros lugares que eles evangelizarão ao saírem de Jerusalém (At 1,8).

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

23 de Setembro São Pio de Pietrelcina

23 de Setembro

São Pio de Pietrelcina



Nasceu em Pietrelcina (Sul de Itália) no dia 25 de Maio de 1887 e recebeu o nome de Francisco Forgione. Aos quinze anos entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de "Frei Pio" e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento.
Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.
Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.
Viveu uma vida de exigência pessoal. Venceu os maus instintos. Foi rigoroso na luta contra os vícios, simples no vestir e na comida e extremamente cuidadoso em evitar atos que pudessem ofender a Deus, aos irmãos ou a qualquer pessoa. A vida de família iniciou-o nesta radicalidade e no Convento também encontrou ambiente que a favoreceu.
Frei Pio é considerado como um grande místico por todas as pessoas a quem chegou a sua ação e influência. Nisto consistiu a radicalidade profunda e original da sua espiritualidade, que o faz ter admiradores em todos os Continentes, apesar de a maior parte das pessoas de hoje não entenderem o que se quer dizer com a palavra místico. Foram muitos os fenômenos, humanamente inexplicáveis, que marcaram fortemente a existência deste homem de Deus.
Assim como aconteceu com São Francisco de Assis, o Senhor crucificado quis partilhar com ele as dores da sua Paixão concedendo-lhe a graça dos estigmas, a 20 de Setembro de 1915. Este foi o acontecimento místico mais marcante na vida do Frei Pio, mas há outros que importa, pelo menos, enumerar: o dom da profecia, o dom do discernimento dos espíritos, o dom da bilocação, o dom das curas, o dom das conversões, o dom dos perfumes.
O que mais atraiu as multidões de todos os continentes ao Convento de São Giovanni Rotondo durante a sua vida, foi a celebração da Eucaristia, o heróico atendimento de confissões e a direção espiritual (a quem recorreu muitas vezes o Papa João Paulo II, então estudante de Teologia em Roma).
O Senhor concedeu ao Frei Pio a graça de deixar duas obras para a posteridade: a Casa do Alívio para o sofrimento e os Grupos de Oração. Acerca destes últimos, dizia: Os grupos de oração são os corações e as mãos que sustêm o mundo.
Morreu no dia 23 de Setembro de 1968. No dia 2 de Maio de 1999, o Papa João Paulo II, perante uma multidão de fiéis, concentrada na praça de São Pedro, proclamou-o Beato. Foi canonizado a 16 de Junho de 2002.

ORAÇÃO
Proclamamos, Senhor, que só Vós sois Santo e que ninguém pode ser bom sem a vossa graça. Nós Vos pedimos humildemente, por intercessão de São Pio de Pietrelcina, que nos ajudeis a viver de tal modo que mereçamos alcançar a vossa glória. Por nosso Senhor.

Evangelho do dia - 23.09.2011





São Pio de Pietrelcina
Lc 9,18-22
Jesus é o Messias 

-* 18 Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou: «Quem dizem as multidões que eu sou?» 19 Eles responderam: «Alguns dizem que tu és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que tu és algum dos antigos profetas que ressuscitou.» 20 Jesus perguntou: «E vocês, quem dizem que eu sou?» Pedro respondeu: «O Messias de Deus.» 21 Então Jesus proibiu severamente que eles contassem isso a alguém. 22 E acrescentou: «O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto, e ressuscitar no terceiro dia.»

* 18-27: Não basta declarar e aceitar que Jesus é o Messias; é preciso rever a idéia a respeito do Messias, o qual, para construir a nova história, enfrenta os que não querem transformações. Por isso, ele vai sofrer, ser rejeitado e morto. Sua ressurreição será a sua vitória. E quem quiser acompanhar Jesus na sua ação messiânica e participar da sua vitória, terá que percorrer caminho semelhante: renunciar a si mesmo e às glórias do poder e da riqueza.

Nota de Falecimento do Regional


ORDEM FRANCISCANA SECULAR DO BRASIL 
REGIONAL SUDESTE II 
RIO DE JANEIRO E ESPÍRITO SANTO 
C. 23/11 

Rio de Janeiro, 22 de setembro de 2011 


Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa morte corporal  
da qual nenhum homem vivente pode escapar.  
Infelizes aqueles que morrem em pecado mortal;  
bem-aventurados aqueles  
que se encontram em tua santíssima vontade  
porque a morte segunda não lhes fará mal.  




“Em nome da suma Trindade e da santa Unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” Amém.  


A todos os queridos irmãos Paz e Bem em Nosso Senhor Jesus Cristo. 



É com grande pesar que comunico o falecimento de nossa irmã Ana Maria Lima da Costa Catarcione, coordenadora do 3º Distrito. 
Neste dia 22 de setembro nossa querida e doce irmã foi fazer parte da nossa Fraternidade Celeste seu sepultamento ocorrerá dia 23 de setembro às 12h no Cemitério de Nova Iguaçu. 
Seu amor, dedicação e zelo para com a Ordem nos saltavam os olhos e nos enchia o coração. Uma esposa companheira, mãe presente e irmã amável. Sua voz doce e seu jeito sereno e calmo ecoarão em nossos corações ainda por muito tempo. 
Neste momento, apesar de sua partida inesperada, a única coisa maior que a saudade é a certeza de que nossa querida irmã está nos braços do Bom Senhor 
Cabe a nós louvar ao Deus Altíssimo por ter nos permitido estar ao seu lado nestes anos e ter visto e agora sermos testemunhas da grande dedicação aos irmãos e as nossas fraternidades. 
Você estará para sempre em nossas lembranças e em nossas orações e com certeza continuaremos nas suas também. 

Amém. 




Helio Gouvêa 
   Ministro Regional

Nota de Falecimento - Ana Lima – Coordenadora do 3º Distrito do Regional Sudeste II


Irmãos em Francisco paz e bem!

Hoje 22.09, a Irmã Morte chamou nossa querida, dedicada, menor Ana Lima. É com grande pesar que comunico a todos, essa irmãzinha que sempre serviu a OFS com sua simplicidade e presença doce entre nós, uma irmã que se entregou a vontade de Nosso Senhor, servindo a Ordem com todo empenho e amor, apesar de todas suas dificuldades, ela com certeza viveu a Perfeita Alegria. Que nossa irmãzinha descanse em paz e que rogue a Deus por cada um de nós. Sentiremos sua falta querida irmã! Até logo!

fraternalmente, de seu irmão menor,

Marco Rodriguez
Coordenador 1º Distrito Regional Sudeste II

------------------------------------------------------------
Paz e Bem.
Conselho
Fraternidade São Francisco de Assis Rio Comprido
Ordem Franciscana Secular Rio de JaneiroSite da Fraternidade: http://ofsriocompridorj.blogspot.com


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: katia sodre
Data: 22 de setembro de 2011 23:48
Assunto: Nota de Falecimento
Para:


“...Só podemos agradecer. Agradecer pela vida de cada momento, pelo dom de cada momento, e pelos dons da vida dos outros, dos outros seres que a vida nos traz. 
Só podemos agradecer pelo mistério da vida, que é tão grande que ultrapassa a morte.” A irmã morte  Por N.G. Van Doornik

Irmãos,Paz e Bem!

Informo que faleceu hoje nossa irmã Ana Lima – Coordenadora do 3º Distrito do Regional Sudeste II que abrange as Fraternidades da Baixada Fluminense.
Ana Maria Lima pertencia a Fraternidade de São Francisco das Chagas, seu corpo está sendo velado na igreja do mesmo nome, situada na Rua Tomás Fonseca nº 123 - Comendador Soares – Nova Iguaçu/RJ, onde será celebrada Missa de corpo presente, amanhã, 23 de setembro às 10:00 horas.  Peço aos irmãos que puderem que compareçam.  
Que nossa querida irmã descanse em Paz!

Abraço Fraterno,

Kátia Sodré
Ministra
Fraternidade de Santo Antônio do Largo da Carioca